domingo, fevereiro 11, 2007

TEMAS
HIPERTENSÃO ARTERIAL

A hipertensão arterial, é geralmente uma afecção sem sintomas na qual a elevação anormal da pressão dentro das artérias aumenta o risco de perturbações como o AVC (Acidente Vascular Cerebral), a ruptura de um aneurisma, uma insuficiência cardíaca, um enfarte do miocárdio e lesões do rim.
A palavra “hipertensão” sugere uma tensão excessiva, nervosismo ou stress. No entanto, em termos médicos, a hipertensão refere-se a um quadro de pressão arterial elevada, independentemente da causa. Chama-se-lhe “o assassino silencioso” porque, geralmente não causa sintomas durante muitos anos (até que lesiona um órgão vital).
Quando se mede a pressão arterial, registam-se dois valores. O mais elevado produz-se quando o coração se contrai (sístole); o mais baixo corresponde à relaxação entre um batimento e outro (diástole). A pressão arterial transcreve-se como a pressão sistólica seguida de uma barra, e em seguida, a pressão diastólica (ex.: 121/82 mm Hg). Esta medição seria lida como “cento e vinte um, oitenta e dois).
A pressão arterial elevada define-se como uma pressão sistólica em repouso superior ou igual a 140 mm Hg, uma pressão diastólica em repouso superior ou igual a 90 mm Hg, ou a combinação de ambas.

Causas:

Para cerca de 90 % das pessoas com pressão arterial elevada, a causa é desconhecida. Provavelmente são casos associados a diversas alterações no coração e nos vasos sanguíneos. Entre 5 % a 10 % dos casos de hipertensão arterial têm causa numa doença renal. Entre 1 % a 2 % têm a sua origem numa perturbação hormonal ou no uso de certos fármacos. A obesidade, um hábito de vida sedentária, o stress e o consumo excessivo de álcool ou de sal são, provavelmente, factores de risco no aparecimento da hipertensão arterial em pessoas que possuem uma sensibilidade hereditária. O stress tende a fazer com que a pressão arterial aumente temporariamente, mas, de um modo geral, regressa à normalidade uma vez que ele tenha desaparecido, no entanto, as pessoas com esta tendência, estes breves aumentos da pressão causam lesões que, finalmente provocam hipertensão arterial permanente.

Sintomas:

Cefaleias, fadiga, náuseas, vómitos, dispneia, desassossego, visão esfumada. A HTA está associada a lesões no cérebro, nos olhos, no coração e nos rins. Indivíduos com hipertensão arterial grave podem desenvolver sonolência e inclusive coma por edema cerebral (acumulação anormal de líquido no cérebro).

Tratamento:

A hipertensão arterial não tem cura, mas o tratamento previne as complicações. Devido ao facto de a pressão arterial em si mesma não produzir grandes sintomas, o médico procura evitar tratamentos incómodos, assim antes de se aplicar fármacos, é recomendável aplicar medidas alternativas.
Indicações como a perda de peso, prática de exercício físico e para quem tem hábitos de fumar e ingerir álcool deverá deixar de fazê-lo. É recomendável que as pessoas mesmo no seu domicílio controlem a sua pressão arterial.

sexta-feira, fevereiro 09, 2007

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